Dragon Ball: todos os jogos lançados desde os anos 80

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Desde meados da década de 1980, a franquia Dragon Ball construiu uma das trajetórias mais longas e diversas da história dos videogames baseados em anime e mangá. A obra criada por Akira Toriyama atravessou gerações de consoles, mudanças tecnológicas profundas e transformações no próprio conceito de jogos licenciados. O que começou como adaptações simples e experimentais evoluiu para produções de grande orçamento, com sistemas de combate complexos, narrativas originais e presença constante no cenário competitivo.

Ao longo de quase quatro décadas, a franquia acumulou dezenas de títulos lançados para consoles domésticos, portáteis, arcades, dispositivos móveis e computadores. Cada fase da indústria refletiu diretamente na forma como Dragon Ball foi traduzido para o meio interativo: dos jogos de ação rudimentares dos anos 1980, passando pelos RPGs híbridos e jogos de luta dos anos 1990, até os títulos cinematográficos e online do século XXI. Sendo assim, essa lista percorre cronologicamente todos esses lançamentos, contextualizando sua proposta, jogabilidade, plataformas e ano de estreia. Confira!

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Imagem: Divulgação

Todos os jogos baseados em Dragon Ball

Década de 1980 – Os primeiros passos nos videogames

Dragon Ball: Dragon Daihikyō (1986)

Um dos primeiros jogos da franquia, Dragon Daihikyō apresenta uma aventura inspirada livremente nos eventos iniciais da série clássica. O jogo aposta em uma estrutura de exploração simples, com foco em movimentação por mapas, encontros com inimigos e coleta de itens relacionados às Esferas do Dragão. A experiência reflete as limitações técnicas da época, mas já demonstra a tentativa de adaptar o espírito aventureiro da obra original.

Lançado em 1986, o título foi desenvolvido para o console Super Cassette Vision. Sua distribuição foi bastante restrita ao mercado japonês, o que contribuiu para que se tornasse um jogo pouco conhecido fora do país. Ainda assim, representa um marco histórico por ser uma das primeiras incursões da franquia no universo dos videogames.

Dragon Ball: Shenlong no Nazo (1986)

Shenlong no Nazo aposta em uma mistura de ação e plataforma, colocando o jogador no controle de Goku em sua infância. O jogo acompanha, de forma bastante solta, a busca pelas Esferas do Dragão, intercalando fases de combate corporal, uso do bastão mágico e progressão lateral típica dos jogos da época.

O título foi lançado em 1986 para o Famicom, conhecido no Ocidente como NES. Apesar de sua importância histórica, o jogo ficou marcado por uma dificuldade elevada e controles pouco precisos, características comuns dos primeiros títulos licenciados baseados em anime.

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Imagem: Divulgação

Dragon Ball Telephone TV (1987)

Este título experimental utilizava tecnologia interativa simples para oferecer minijogos baseados na série. A experiência era mais próxima de um brinquedo eletrônico do que de um jogo tradicional.

Lançado em 1987 para arcades específicos, teve circulação extremamente limitada.

Dragon Ball: Daimaō Fukkatsu (1988)

Com uma abordagem diferente dos jogos anteriores, Daimaō Fukkatsu adota elementos de RPG, combinando exploração, batalhas por turnos e decisões estratégicas. A narrativa gira em torno do confronto contra o Rei Piccolo, apresentando eventos-chave da saga com uma estrutura mais narrativa do que os jogos de ação anteriores.

Lançado em 1988 para o Famicom, o jogo representou um avanço significativo na tentativa de aprofundar a história dentro do formato interativo. Seu sistema híbrido influenciaria diversos títulos futuros da franquia durante os anos 1990.

Dragon Ball 3: Goku Den (1989)

Encerrando a década, Dragon Ball 3: Goku Den continua a aposta no estilo RPG, acompanhando a trajetória de Goku desde sua infância até fases mais avançadas de sua jornada. O jogo enfatiza progressão de personagens, estatísticas e escolhas táticas durante os confrontos.

O lançamento ocorreu em 1989, também para o Famicom. Apesar de limitações técnicas, o título é lembrado por tentar condensar grandes arcos narrativos em um único jogo, algo ambicioso para a época.

Década de 1990 – A consolidação e a era Z

Dragon Ball Z: Kyōshū! Saiyan (1990)

O primeiro jogo oficialmente baseado em Dragon Ball Z marca uma transição importante na franquia. Kyōshū! Saiyan cobre o início da saga Z, focando na chegada de Raditz e na ameaça dos Saiyajins. O jogo combina elementos de RPG e estratégia, com batalhas que exigem planejamento e gerenciamento de atributos.

Lançado em 1990 para o Famicom, o título inaugura uma longa sequência de jogos focados especificamente na fase Z da série, que se tornaria a mais explorada nos videogames.

Dragon Ball Z II: Gekishin Frieza!! (1991)

Dando continuidade direta ao jogo anterior, Gekishin Frieza!! leva o jogador até o planeta Namekusei e o confronto contra Freeza. O sistema de jogo é refinado, oferecendo mais personagens jogáveis, maior variedade de técnicas e uma progressão mais clara da narrativa.

O jogo foi lançado em 1991 para o Famicom, consolidando o formato RPG estratégico como uma das abordagens preferidas da franquia naquele período.

Dragon Ball Z: Super Saiya Densetsu (1992)

Super Saiya Densetsu amplia significativamente a escala da experiência, cobrindo desde a saga dos Saiyajins até o fim do arco de Freeza. O jogo aposta em um sistema de cartas para definir ações em combate, trazendo uma camada adicional de estratégia às batalhas.

Lançado em 1992 para o Super Famicom, o título é frequentemente lembrado como um dos RPGs mais ambiciosos da franquia, tanto em escopo narrativo quanto em complexidade mecânica.

Dragon Ball Z III: Ressen Jinzōningen (1992)

Ressen Jinzōningen desloca o foco para a saga dos Androides, mantendo a estrutura híbrida de RPG e estratégia. O jogo apresenta novos personagens, técnicas e desafios, acompanhando a escalada de poder característica dessa fase do anime.

O lançamento ocorreu em 1992 para o Famicom, coexistindo com títulos já lançados para o Super Famicom, o que demonstra a transição gradual entre gerações de consoles no início da década.

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Dragon Ball Z: Gekitō Tenkaichi Budokai (1992)

Gekitō Tenkaichi Budokai se afasta do modelo RPG predominante até então e aposta em combates mais diretos, ainda que simplificados. O jogo apresenta lutas um contra um com movimentação lateral, uso de golpes especiais e confrontos inspirados nos torneios da série, priorizando a ação em tempo real.

Lançado em 1992 para o Famicom, o título representa uma tentativa inicial de aproximar DBZ do formato clássico de jogos de luta, ainda que limitado pela capacidade técnica do console.

Dragon Ball Z: Unite! Goku’s World (1992)

Este título apresenta uma proposta peculiar: ao invés de um jogo tradicional, Unite! Goku’s World funciona como uma experiência interativa voltada ao público infantil, com minijogos e atividades educativas ambientadas no universo da saga Z. O foco está mais na interação audiovisual do que na ação competitiva.

O jogo foi lançado em 1992 para o Terebikko, um console interativo que utilizava controles em formato de telefone. Sua distribuição foi extremamente limitada, tornando-o um dos títulos mais obscuros da franquia.

Dragon Ball Z (1993)

O primeiro grande jogo de arcade da franquia apresenta combates diretos com foco em ação rápida e acessível. O visual colorido e a trilha sonora ajudaram a atrair jogadores casuais.

Lançado em 1993, marcou o início da presença constante da franquia nos fliperamas.

Dragon Ball Z: Super Butōden (1993)

Super Butōden marca uma virada definitiva para a franquia ao consolidar o gênero de luta como principal forma de adaptação da saga Z. O jogo apresenta batalhas rápidas, personagens icônicos e um sistema de energia que permite golpes especiais e confrontos à distância.

Lançado em 1993 para o Super Famicom, o título tornou-se extremamente popular no Japão e estabeleceu as bases para uma longa série de jogos de luta que dominariam a franquia nos anos seguintes.

Dragon Ball Z Gaiden: Saiyajin Zetsumetsu Keikaku (1993)

Este jogo aposta em uma narrativa alternativa, apresentando uma história original que não aparece diretamente no anime. O jogador enfrenta ameaças inéditas, com foco em planejamento estratégico e uso cuidadoso das habilidades dos personagens.

Lançado em 1993 para o Famicom, o título se destaca por expandir o universo Z além da narrativa canônica, algo que se tornaria mais comum em jogos posteriores.

Dragon Ball Z: Super Butōden 2 (1993)

A sequência direta aprimora praticamente todos os aspectos do jogo original. O elenco de personagens é ampliado, os combates se tornam mais fluidos e o sistema de energia recebe ajustes que tornam as lutas mais dinâmicas e equilibradas.

O jogo chegou ao Super Famicom em 1993 e é frequentemente lembrado como um dos pontos altos da série Super Butōden, sendo referência para fãs do gênero.

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Dragon Ball Z: Goku Hishōden (1994)

Este título adapta eventos iniciais da saga Z em um formato de ação para telas pequenas, com combates simples e progressão linear.

Lançado em 1994 para Game Boy.

Dragon Ball Z: Goku Gekitōden (1995)

A sequência aprofunda o sistema de combate e expande a narrativa, cobrindo novos confrontos da saga Z.

Lançado em 1995 para Game Boy.

Dragon Ball Z 2: Super Battle (1994)

Super Battle aprimora o sistema de luta do jogo anterior, com mais personagens e golpes especiais. O ritmo acelerado favorecia partidas curtas e competitivas.

Lançado em 1994, tornou-se um sucesso nos arcades japoneses.

Dragon Ball Z: Buyu Retsuden (1994)

Buyu Retsuden traz uma abordagem mais cinematográfica aos combates, com animações detalhadas e golpes que tentam reproduzir fielmente os movimentos do anime. O jogo também introduz maior variedade de cenários e efeitos visuais.

Lançado em 1994 para o Mega Drive, o título marcou a estreia da franquia nos consoles da Sega, ampliando o alcance da série para além do ecossistema da Nintendo.

Dragon Ball Z: V.R.V.S. (1994)

Este título aposta em gráficos mais avançados e confrontos visualmente mais intensos, utilizando hardware da Sega para oferecer animações mais fluidas.

Lançado em 1994 para arcades baseados no Sega System 32.

Dragon Ball Z: Super Butōden 3 (1994)

Encerrando a trilogia, Super Butōden 3 oferece um elenco ainda maior e introduz personagens da saga Majin Boo. O ritmo das lutas é acelerado, e os confrontos se tornam mais intensos, exigindo reflexos rápidos do jogador.

O jogo foi lançado em 1994 para o Super Famicom, consolidando definitivamente a série como um dos principais nomes do gênero de luta nos consoles 16-bit.

Dragon Ball Z: Idainaru Son Goku Densetsu (1994)

Este título aposta novamente em uma estrutura mais narrativa, misturando RPG e ação para contar a trajetória completa de Goku. O jogo cobre diversos arcos da série, com progressão de personagens e decisões estratégicas durante os confrontos.

Lançado em 1994 para o PC Engine, o jogo teve circulação limitada, mas é lembrado por sua ambição em termos de escopo narrativo.

Dragon Ball Z Gaiden: Saiyajin Zetsumetsu Keikaku – Uchū Hen (1994)

Esta versão revisita a história alternativa do jogo anterior, expandindo a narrativa e introduzindo novos desafios ambientados no espaço. A experiência mantém o foco estratégico, com batalhas que exigem planejamento e conhecimento dos personagens.

O lançamento ocorreu em 1994 para o Playdia, um console multimídia pouco popular, o que contribuiu para que o jogo permanecesse restrito a um nicho específico de fãs.

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Dragon Ball Z: Super Goku Den – Totsugeki Hen (1995)

Super Goku Den aposta em uma narrativa mais densa, utilizando cartas e eventos para representar batalhas e progressão da história. O jogo cobre arcos importantes da série, enfatizando a evolução dos personagens ao longo da jornada.

Lançado em 1995 para o Super Famicom, o título reforça a diversidade de gêneros explorados pela franquia durante os anos 1990.

Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 (1995)

Ultimate Battle 22 marca a estreia da franquia no PlayStation, trazendo gráficos em 3D pré-renderizados e um elenco extenso de personagens. O jogo tenta capturar a escala dos combates do anime, ainda que com limitações técnicas evidentes.

Lançado em 1995 para o PlayStation, o título teve recepção mista, mas é historicamente relevante por representar a transição da série para a era dos consoles de 32 bits.

Dragon Ball Z: Super Goku Den – Kakusei Hen (1995)

Esta continuação direta aprofunda a narrativa iniciada no jogo anterior, explorando momentos decisivos da trajetória de Goku. O sistema de cartas é refinado, oferecendo maior controle estratégico ao jogador.

O jogo foi lançado em 1995 para o Super Famicom, encerrando a linha Super Goku Den.

Dragon Ball Z: Shin Butōden (1995)

Shin Butōden leva os combates para o Sega Saturn, com gráficos aprimorados e animações mais suaves. O jogo mantém o foco em lutas um contra um, com destaque para golpes especiais e confrontos aéreos.

Lançado em 1995, o título representou a expansão da franquia para novas plataformas da quinta geração.

Dragon Ball Z: Hyper Dimension (1996)

Hyper Dimension refina ainda mais a fórmula dos jogos de luta 2D, com sprites grandes, animações detalhadas e um sistema de combate mais técnico. O jogo é frequentemente elogiado pela fidelidade visual ao anime.

Lançado em 1996 para o Super Famicom, é considerado por muitos fãs um dos melhores jogos 2D já produzidos da franquia.

Dragon Ball Z: Idainaru Dragon Ball Densetsu (1996)

Este título aposta em batalhas em grupo, permitindo confrontos com múltiplos personagens simultaneamente. A proposta busca representar a escala épica das lutas da série, ainda que com controles simplificados.

Lançado em 1996 para PlayStation e Sega Saturn, o jogo teve recepção morna, mas se destaca por sua proposta diferente.

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Dragon Ball Z: Anime Designer (1996)

Anime Designer foge completamente do padrão da franquia, funcionando como uma ferramenta criativa que permite aos jogadores criar animações simples com personagens da saga Z.

Lançado em 1996 para o Apple Pippin, o software teve alcance extremamente limitado e hoje é uma curiosidade histórica.

Dragon Ball GT: Final Bout (1997)

Final Bout leva a franquia para a fase GT, apostando em gráficos 3D e personagens inéditos. O jogo busca capturar a essência das batalhas da nova série, embora apresente controles rígidos e ritmo irregular.

Lançado em 1997 para o PlayStation, tornou-se um dos títulos mais conhecidos da era clássica, especialmente no mercado ocidental.

Década de 2000 – A era de ouro nos consoles modernos

Dragon Ball Z: Budokai (2002)

Dragon Ball Z: Budokai representa uma verdadeira revolução para a franquia ao adotar um sistema de luta mais técnico e cinematográfico. O jogo cobre os principais arcos da saga Z, desde os Saiyajins até Majin Boo, com foco em combates um contra um, uso estratégico de energia e golpes especiais fielmente inspirados no anime.

Lançado em 2002 para PlayStation 2, o título posteriormente ganhou versões para GameCube, PlayStation 3 e Xbox 360. Seu sucesso marcou o início da fase mais popular da franquia nos videogames, especialmente no Ocidente.

Dragon Ball Z: The Legacy of Goku (2002)

Legacy of Goku transforma a saga Z em um RPG de ação, com exploração e progressão de personagem.

Lançado em 2002 para Game Boy Advance.

Dragon Ball Z: Collectible Card Game (2002)

Este título adapta o jogo de cartas oficial para o formato digital.

Lançado em 2002 para Game Boy Advance.

Dragon Ball Z: Legendary Super Warriors (2002)

O jogo mistura RPG e batalhas por turnos, com foco em estratégia.

Lançado em 2002 para Game Boy Color.

Dragon Ball Z: The Legacy of Goku II (2003)

Esta sequência melhora significativamente a jogabilidade e expande a história de Goku e companha.

Lançado em 2003 para Game Boy Advance.

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Imagem: Divulgação

Dragon Ball (2003)

Este jogo adapta a fase clássica da série, com foco em aventura e ação leve.

Foi lançado em 2003 para WonderSwan.

Dragon Ball Z: Taiketsu (2003)

Taiketsu aposta em combates diretos, mas ficou marcado por problemas técnicos.

Chegou em 2003 para Game Boy Advance.

Dragon Ball Z: Budokai 2 (2003)

Budokai 2 expande a fórmula do jogo anterior ao introduzir um modo história com exploração em tabuleiro, misturando combates tradicionais com progressão não linear. O elenco é ampliado, incluindo fusões e personagens inéditos até então na série Budokai.

O jogo foi lançado em 2003 para PlayStation 2 e GameCube. Embora divisivo entre os fãs, tornou-se um título marcante pela tentativa de inovar dentro da estrutura já estabelecida.

Dragon Ball Z: Budokai 3 (2004)

Considerado por muitos como o ápice da série Budokai, Budokai 3 refina drasticamente o sistema de combate, introduzindo movimentação livre, maior velocidade e profundidade técnica. O modo história permite explorar cenários abertos, coletar habilidades e reviver batalhas icônicas da série.

Lançado em 2004 para PlayStation 2, o jogo mais tarde recebeu versões para PlayStation 3 e Xbox 360. Até hoje, é frequentemente citado como um dos melhores jogos da franquia já feitos.

Dragon Ball Z: Supersonic Warriors (2004)

Este jogo de luta portátil apresenta ritmo rápido e bom elenco.

Lançado em 2004 para Game Boy Advance.

Dragon Ball Z: Buu’s Fury (2004)

Buu’s Fury encerra a trilogia Legacy of Goku, cobrindo a saga final de Z.

Lançado em 2004 para Game Boy Advance.

Dragon Ball GT: Transformation (2005)

O jogo acompanha eventos da fase GT em formato de ação.

Foi disponibilizado em 2005 para Game Boy Advance.

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Imagem: Reprodução

Dragon Ball Z: Supersonic Warriors 2 (2005)

Esta sequência melhora gráficos e mecânicas.

Lançado em 2005 para Nintendo DS.

Dragon Ball Z: Sagas (2005)

Dragon Ball Z: Sagas tenta levar a franquia para o gênero de ação cooperativa, com progressão em fases e foco narrativo mais direto. O jogo acompanha eventos desde Raditz até Cell, permitindo controle de diferentes personagens ao longo da campanha.

Lançado em 2005 para GameCube, PlayStation 2 e Xbox, o título teve recepção negativa devido à jogabilidade limitada e falta de refinamento técnico, tornando-se um dos pontos mais baixos da franquia.

Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi (2005)

Budokai Tenkaichi inaugura uma nova sub-série ao apresentar combates em arenas totalmente tridimensionais, com grande liberdade de movimento e batalhas em alta velocidade. O jogo busca representar com mais fidelidade a escala destrutiva das lutas do anime.

Lançado em 2005 para PlayStation 2, o título marcou uma mudança significativa na forma como Dragon Ball era adaptado para os videogames.

Super Dragon Ball Z (2005)

Versão arcade do jogo homônimo, focada em jogadores mais técnicos. O sistema de combate exigia domínio de combos e leitura de adversário.

Lançado em 2005 nos arcades antes de chegar aos consoles.

Super Dragon Ball Z (2005)

Este jogo adota uma abordagem mais técnica e voltada para fãs de jogos de luta tradicionais. O sistema de combate é mais preciso, com foco em combos, posicionamento e leitura do adversário, afastando-se do estilo mais arcade da série Tenkaichi.

O título foi lançado em 2005 para arcades e posteriormente para PlayStation 2, recebendo elogios por sua profundidade, mas alcançando um público mais nichado.

Data Carddass Dragon Ball Z (2005)

Este jogo mistura cartas físicas colecionáveis com batalhas digitais, criando uma experiência híbrida única.

Lançado em 2005 para arcades, tornou-se extremamente popular entre o público infantil.

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Imagem: Divulgação

Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 2 (2006)

Budokai Tenkaichi 2 amplia significativamente o elenco de personagens e introduz um modo história mais estruturado, cobrindo eventos desde o início da franquia até a saga Z. As arenas são maiores, e os combates se tornam ainda mais frenéticos.

Lançado em 2006 para PlayStation 2 e Nintendo Wii, o jogo consolidou a série Tenkaichi como uma das mais populares da franquia.

Data Carddass Dragon Ball Z 2 (2006)

A sequência expande o sistema de cartas, introduzindo novos personagens e mecânicas.

Foi lançado em 2006, mantendo o sucesso do formato.

Dragon Ball Z: Shin Budokai (2006)

Shin Budokai adapta a série de luta para o formato portátil.

Lançado em 2006 para PSP.

Dragon Ball Z: Harukanaru Densetsu (2007)

Este título aposta em batalhas estratégicas baseadas em cartas.

Lançado em 2007 para Nintendo DS.

Dragon Ball Z: Shin Budokai – Another Road (2007)

Expande o conteúdo do jogo anterior com nova narrativa.

Lançado em 2007 para PSP.

Dragon Ball Z: Bakuretsu Impact (2007)

Bakuretsu Impact combina ação arcade com elementos de progressão por cartas digitais, focando em confrontos explosivos.

Lançado em 2007 para arcades.

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Imagem: Divulgação

Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 (2007)

Budokai Tenkaichi 3 leva a fórmula ao extremo, oferecendo um dos maiores elencos já vistos em um jogo de luta, além de ajustes finos no sistema de combate. O jogo inclui personagens de várias sagas, sendo este o seu grande diferencial.

Lançado em 2007 para PlayStation 2 e Nintendo Wii, é amplamente considerado um dos títulos definitivos da franquia.

Dragon Ball Z: Burst Limit (2008)

Burst Limit aposta em gráficos de nova geração e uma apresentação altamente cinematográfica, com transições suaves entre gameplay e cenas narrativas. O jogo cobre apenas parte da saga Z, focando na qualidade visual e narrativa.

Lançado em 2008 para PlayStation 3 e Xbox 360, o título dividiu opiniões por seu escopo limitado, apesar dos elogios ao visual.

Dragon Ball Z: Infinite World (2008)

Infinite World funciona como uma espécie de compilação e refinamento da série Budokai, reunindo personagens, modos e mecânicas aprimoradas. O jogo oferece grande variedade de desafios e conteúdo para jogadores experientes.

Lançado em 2008 para PlayStation 2, foi um dos últimos grandes títulos da franquia na geração anterior de consoles.

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Dragon Ball Z: W Bakuretsu Impact (2008)

Versão expandida do jogo anterior, com novos personagens e ajustes no sistema de batalha.

Chegou aos arcades em 2008.

Dragon Ball: Origins (2008)

Origins adapta Dragon Ball clássico com foco em aventura.

Lançado em 2008 para Nintendo DS.

Dragonball Evolution (2009)

Baseado no filme live-action, o jogo acompanha sua narrativa.

Lançado em 2009 para PSP.

Dragon Ball Z: Attack of the Saiyans (2009)

Attack of the Saiyans é um RPG por turnos elogiado pela profundidade.

Lançado em 2009 para Nintendo DS.

Dragon Ball Z: Dragon Battlers (2009)

Dragon Battlers aposta fortemente no uso de cartas físicas para definir estratégias e ataques.

Lançado em 2009, reforçou a presença da franquia nos arcades.

Dragon Ball: World’s Greatest Adventure (2009)

Este jogo retorna às origens da série, adaptando a saga clássica em um formato de ação e aventura com progressão por fases. O foco está na exploração, humor e confrontos inspirados nos primeiros torneios.

Lançado em 2009 para Nintendo Wii, o título se destaca por valorizar uma fase menos explorada da franquia nos videogames.

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Imagem: Reprodução

Dragon Ball: Raging Blast (2009)

Raging Blast apresenta combates em arenas 3D com forte apelo visual e foco na destruição de cenários. O jogo busca equilibrar acessibilidade e profundidade, oferecendo batalhas intensas e rápidas.

Lançado em 2009 para PlayStation 3 e Xbox 360, marca o início de uma nova sub-série dentro da franquia.

Década de 2010 – Reinvenção, multiplayer e competitividade

Dragon Ball: Raging Blast 2 (2010)

Raging Blast 2 aprofunda a proposta do jogo anterior ao ampliar consideravelmente o elenco de personagens e refinar o sistema de combate em arenas tridimensionais. O jogo enfatiza batalhas rápidas, destruição de cenários e confrontos espetaculares, priorizando a sensação de poder característica da série.

Lançado em 2010 para PlayStation 3 e Xbox 360, o título consolidou a sub-série Raging Blast como uma alternativa mais direta e visualmente agressiva aos jogos da linha Budokai Tenkaichi.

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Dragon Ball Heroes (2010)

Heroes se tornou um fenômeno nos fliperamas, com batalhas estratégicas baseadas em cartas e atualizações constantes.

O jogo foi lançado em 2010 e permaneceu ativo por muitos anos.

Dragon Ball: Origins 2 (2010)

A sequência continua a adaptação da fase clássica.

Lançado em 2010 para Nintendo DS.

Dragon Ball Z: Tenkaichi Tag Team (2010)

Este jogo adapta o estilo Tenkaichi para batalhas em dupla.

Lançado em 2010 para PSP.

Dragon Ball Kai: Ultimate Butoden (2010)

Ultimate Butoden aposta em lutas 2D tradicionais.

Lançado em 2010 para Nintendo DS.

Dragon Ball Online (2010)

Dragon Ball Online é um MMORPG ambientado no futuro do universo da série, permitindo criação de personagens e exploração de um mundo persistente.

Lançado em 2010 para PC, o jogo teve vida limitada, mas permanece como uma das experiências mais ambiciosas da franquia.

Dragon Ball: Zenkai Battle Royale (2011)

Este jogo aposta em combates 3D em equipe, com foco em ação caótica e partidas multiplayer locais.

Lançado em 2011 para arcades.

Dragon Ball Z: Ultimate Tenkaichi (2011)

Ultimate Tenkaichi tenta reinventar a fórmula ao adotar um sistema de combate mais cinematográfico, baseado em choques de energia, decisões contextuais e animações altamente detalhadas. O foco está na apresentação visual e na fidelidade estética ao anime, ainda que em detrimento da profundidade mecânica.

O jogo foi lançado em 2011 para PlayStation 3 e Xbox 360. Apesar de gráficos impressionantes, recebeu críticas pela jogabilidade simplificada e repetitiva.

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Dragon Ball Z: For Kinect (2012)

Esta versão propõe uma experiência totalmente baseada em movimento, utilizando o sensor Kinect para permitir que o jogador execute golpes com o próprio corpo. A ideia era aproximar o público da sensação de “ser” um lutador.

Lançado em 2012 exclusivamente para Xbox 360, o jogo teve recepção negativa, principalmente pela imprecisão dos comandos e limitações do hardware.

Dragon Ball Z: Budokai HD Collection (2012)

Budokai HD Collection reúne versões remasterizadas de Budokai e Budokai 3, trazendo gráficos em alta definição e ajustes visuais. A coletânea resgata dois dos jogos mais populares da franquia, mantendo intacta sua jogabilidade clássica.

O lançamento ocorreu em 2012 para PlayStation 3 e Xbox 360, sendo voltado tanto para veteranos quanto para novos jogadores.

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Dragon Ball Heroes: Ultimate Mission (2013)

Adaptação do sucesso de arcade para portátil.

Lançado em 2013 para Nintendo 3DS.

Dragon Ball Heroes: Ultimate Mission 2 (2014)

Expande o conteúdo e o elenco.

Lançado em 2014 para Nintendo 3DS.

Dragon Ball Z: Battle of Z (2014)

Battle of Z aposta em batalhas em equipe, com confrontos quatro contra quatro e forte foco em cooperação online. O jogo introduz sistemas de suporte, classes de personagens e missões compartilhadas, rompendo com o tradicional formato um contra um.

Lançado em 2014 para PlayStation 3, Xbox 360 e PlayStation Vita, o título teve recepção mista, sendo elogiado pela proposta cooperativa, mas criticado pela execução técnica.

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Dragon Ball Z: Dokkan Battle (2015)

Dokkan Battle mistura quebra-cabeça, RPG e colecionismo.

Lançado em 2015 para Android e iOS, tornou-se um fenômeno global.

Dragon Ball Xenoverse (2015)

Xenoverse representa uma das maiores reinvenções da franquia ao introduzir personagens criados pelo jogador e uma narrativa original baseada em viagens no tempo. O jogo mistura RPG, ação e luta em arenas 3D, permitindo personalização profunda e progressão contínua.

Lançado em 2015 para PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360, Xbox One e PC, o título foi um enorme sucesso comercial e abriu caminho para uma nova fase da série.

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Dragon Ball Z: Extreme Butōden (2015)

Extreme Butōden oferece combates 2D refinados.

Foi lançado em 2015 para Nintendo 3DS.

Dragon Ball Fusions (2016)

Fusions aposta em RPG e fusões inéditas na franquia.

Lançado em 2016 para Nintendo 3DS.

Dragon Ball Xenoverse 2 (2016)

Xenoverse 2 expande todas as ideias do jogo anterior, oferecendo um mundo central maior, mais missões, elenco ampliado e suporte contínuo via conteúdos adicionais. A narrativa continua explorando distorções temporais e batalhas icônicas da franquia.

Lançado em 2016 para PlayStation 4, Xbox One e PC, o jogo posteriormente chegou ao Nintendo Switch, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, tornando-se um dos títulos mais duradouros da franquia.

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Dragon Ball Heroes: Ultimate Mission X (2017)

Encerrando a linha Heroes no portátil, o jogo amplia o conteúdo estratégico.

Lançado em 2017 para Nintendo 3DS.

Dragon Ball Legends (2018)

Legends aposta em ação em tempo real e PvP online.

Lançado em 2018 para Android e iOS.

Dragon Ball FighterZ (2018)

Dragon Ball FighterZ marca a entrada definitiva da série no cenário competitivo dos jogos de luta. Desenvolvido com foco em combates 2D técnicos, o jogo apresenta gráficos que simulam animação tradicional, sistemas profundos de combo e partidas em equipe três contra três.

Lançado em 2018 para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch, com versões posteriores para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, FighterZ é amplamente reconhecido como um dos melhores jogos de luta da década.

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Dragon Ball: Awakening (2019)

RPG online focado em progressão e cooperação.

Lançado em 2019 para Android e iOS.

Década de 2020 – Narrativa, experimentação e nova geração

Dragon Ball Z: Kakarot (2020)

Kakarot aposta em uma abordagem radicalmente diferente ao transformar a saga Z em um jogo de ação e RPG de mundo semiaberto. O foco está na narrativa, permitindo ao jogador vivenciar o cotidiano dos personagens, explorar cenários icônicos, realizar missões secundárias e acompanhar a história com grande nível de detalhamento.

Lançado em 2020 para PC, PlayStation 4 e Xbox One, o jogo posteriormente recebeu versões para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Kakarot é frequentemente elogiado pela fidelidade narrativa e pela forma como traduz o anime para uma experiência interativa longa e imersiva.

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Dragon Ball: The Breakers (2023)

The Breakers representa uma das experiências mais experimentais da franquia. O jogo abandona o formato tradicional de luta e adota partidas assimétricas online, colocando jogadores comuns tentando sobreviver enquanto fogem de vilões extremamente poderosos do universo de Goku.

Lançado em 2023 para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One, o título divide opiniões, mas demonstra a disposição da franquia em explorar novos gêneros e formatos multiplayer.

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Dragon Ball: Sparking! Zero (2024)

Sparking! Zero marca o retorno da série Budokai Tenkaichi após muitos anos, agora utilizando tecnologia moderna para recriar batalhas em larga escala com alto nível de destruição e fidelidade visual. O jogo aposta em arenas expansivas, combates extremamente rápidos e um elenco massivo de personagens.

Lançado em 2024 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, o título representa a tentativa mais direta de unir nostalgia e tecnologia de nova geração.

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Álvaro Saluan

Completamente apaixonado por videogames, escreve e pesquisa sobre o tema há uns bons anos. Vê os jogos para além do entretenimento, considerando todo o processo como uma grande e diversificada arte. Vai dos jogos de esporte aos RPGs tranquilamente, admirando cada experiência. Seu maior ídolo dos jogos é Hideo Kojima.