Crimson Capes é lançado no PC com proposta soulslike em 2D e foco em combate técnico

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A desenvolvedora Poor Locke anunciou nesta quinta-feira, 12, que Crimson Capes já está disponível para PC, via Steam. O título chega ao mercado com proposta inspirada na fórmula dos jogos soulslike, adaptada para uma experiência em duas dimensões, com ênfase em combate técnico, exploração não linear e interações online.

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Ambientado no reino de Amvros, o game coloca o jogador no papel de Milon the Tempest, um caçador de bruxas que atua além da autoridade pública. Como líder da guilda Crimson Capes, responsável por eliminar ameaças que a coroa não pode enfrentar abertamente, o protagonista assume contratos pelo reino enquanto descobre conspirações e forças que desafiam sua compreensão sobre poder, lealdade e consequências.

O sistema de combate de Crimson Capes é estruturado em torno do comprometimento de animações e princípios realistas de esgrima. Os confrontos envolvem trocas calculadas de fintas, estocadas, cortes e defesas, nas quais posicionamento, leitura do oponente e controle de tempo são determinantes para a sobrevivência.

O título conta com quatro heróis jogáveis, cada um com estilo de arma, conjunto de movimentos e progressão distintos. A proposta prioriza aprendizado e domínio das mecânicas, enquanto habilidades de magia elemental são integradas diretamente ao combate. A exploração segue um design não linear, inspirado em jogos do gênero, incentivando a autonomia do jogador.

No modo online, é possível formar equipes em cooperativo para realizar caçadas em conjunto. Também há a possibilidade de invasões, permitindo que jogadores assumam o papel de Deathblade e interfiram nas missões de outros grupos, criando encontros competitivos imprevisíveis.

Visualmente, Crimson Capes combina cenários em pixel art desenhados à mão com gráficos em rotoscopia. A estética tem como referência clássicos da fantasia sword-and-sorcery, como as obras de Conan e Elric.

Entre os principais recursos destacados pela desenvolvedora estão batalhas contra chefes, sistema de builds variadas, caçadas dinâmicas opcionais com inimigos e chefes gerados aleatoriamente, além de arquivos digitais incluídos no jogo, como manual de instruções, guia em PDF e mapa do mundo para impressão.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.