GreedFall II: The Dying World ganha vídeo sobre a criação do idioma Yecht Fradí

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A NACON e a Spiders anunciaram nesta sexta-feira, 16, a divulgação de um novo vídeo de bastidores que aprofunda o processo criativo por trás de GreedFall: The Dying World. O material destaca o desenvolvimento do Yecht Fradí, idioma fictício falado pelos nativos da ilha de Teer Fradee, por meio de uma entrevista com Antoine Henry, linguista e co-criador da língua dentro do universo do RPG narrativo. Atualmente disponível em Acesso Antecipado no Steam, GreedFall: The Dying World tem lançamento previsto para 2026 em sua versão final no PC via Steam, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

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Yecht Fradí foi criado para reforçar a identidade cultural de Teer Fradee

O Yecht Fradí é o idioma utilizado pelos habitantes nativos de Teer Fradee e foi desenvolvido por Antoine Henry em colaboração com Jehanne Rousseau, diretora criativa e cofundadora do estúdio Spiders. A língua tem como base o Proto-Celta, incorporando influências de idiomas como o irlandês antigo, galês antigo, bretão antigo e o gaulês.

Segundo os desenvolvedores, a decisão de criar um idioma fictício, em vez de utilizar uma língua histórica real, permitiu maior liberdade criativa para representar a cultura, os valores e a visão de mundo dos povos da ilha, mantendo ao mesmo tempo uma base linguística coerente e reconhecível.

Idioma assume papel central na narrativa de The Dying World

Embora o Yecht Fradí já estivesse presente no primeiro GreedFall, sua importância é ampliada em GreedFall: The Dying World. Desta vez, os jogadores assumem o papel de um nativo de Teer Fradee, o que torna o idioma um elemento essencial para a imersão narrativa e para a construção do ponto de vista do protagonista.

Expressões e interjeições refletem a forte ligação do povo de Teer Fradee com a natureza, como o cumprimento “Beurd tír to mad”, traduzido como “Que a Terra te sustente bem”, ou a exclamação “Nod fradí!”, usada como uma reação enfática ligada a elementos naturais. O vídeo também aborda o trabalho conjunto entre o linguista e os atores de voz, que precisaram dominar a pronúncia e a fonética do idioma para as gravações.

Sobre GreedFall: The Dying World

GreedFall: The Dying World se passa três anos antes dos eventos do primeiro jogo da franquia. A história acompanha um habitante de Teer Fradee que é arrancado de sua terra natal e levado ao continente de Gacane, lar dos renaigsa, termo usado no Yecht Fradí para se referir aos estrangeiros.

Nesse continente marcado por conflitos constantes, pela praga do Malichor e por disputas políticas entre facções, o jogador deve buscar sua liberdade e moldar o próprio destino. A progressão da narrativa permite enfrentar desafios por meio da diplomacia, da astúcia ou do combate, enquanto alianças são formadas para lidar com ameaças que colocam em risco tanto Gacane quanto a ilha de origem do protagonista.

Álvaro Saluan

Completamente apaixonado por videogames, escreve e pesquisa sobre o tema há uns bons anos. Vê os jogos para além do entretenimento, considerando todo o processo como uma grande e diversificada arte. Vai dos jogos de esporte aos RPGs tranquilamente, admirando cada experiência. Seu maior ídolo dos jogos é Hideo Kojima.