Tomb of the Bloodletter chega ao PC com proposta de combate resolvido por digitação

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A desenvolvedora Ethan’s Secretions anunciou nesta quinta-feira, 5, o lançamento de Tomb of the Bloodletter, um roguelike estratégico em que todo o combate é resolvido por meio da digitação. O título já está disponível para PC, via Steam, como parte do evento Steam Typing Fest, com preço de R$ 26,49 e desconto de 20% por tempo limitado.

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Em Tomb of the Bloodletter, cada confronto acontece diretamente no teclado, transformando palavras em ferramentas ofensivas e defensivas. A cada andar da masmorra, Magicks se vinculam a letras específicas, seguindo regras próprias que alteram o comportamento das palavras durante o combate. Algumas letras recompensam posicionamento preciso, outras oferecem cura ou efeitos de retaliação, enquanto determinadas combinações impõem riscos adicionais, exigindo decisões cuidadosas a cada turno.

As partidas são curtas e randomizadas, com duração média de cerca de 30 minutos, podendo terminar em vitória ou derrota. Em vez de priorizar planejamento de longo prazo, Tomb of the Bloodletter foca nos desafios apresentados a cada turno. Desde o início de cada run, o jogador tem acesso completo ao teclado, enquanto os efeitos das Magicks modificam dinamicamente o funcionamento das letras. Qualquer palavra pode ser utilizada a qualquer momento, e o desafio está no tempo, na sequência e no gerenciamento das interações instáveis entre os efeitos ativos.

Ao avançar pela tumba amaldiçoada, novos personagens jogáveis são desbloqueados, cada um alterando significativamente a dinâmica do combate baseado em palavras. Entre eles está o Heretic, que utiliza orações que consomem vida, mas recupera saúde no primeiro ataque de cada turno, criando uma dinâmica constante de risco e recompensa. Outros personagens exploram abordagens diferentes, como o Scholar, que começa poderoso, mas perde força conforme os inimigos se tornam mais resistentes, e o Prophet, que deve obedecer comandos imprevisíveis para evitar punições. Já o Adventurer oferece uma experiência mais direta para quem prefere um caminho menos complexo.

A masmorra é habitada por criaturas amaldiçoadas, espectros e entidades com mecânicas próprias, desenvolvidas manualmente para exigir raciocínio estratégico e precisão na escolha das palavras. Conforme as runs avançam, novas Magicks são adicionadas automaticamente, transformando o teclado em um conjunto de feitiços instáveis que podem tanto ajudar quanto dificultar a sobrevivência.

Lucas Soares

Jornalista e fã de videogames desde criança. Já teve Mega Drive, Game Boy Color, PS1, PS2, PS3, PS4, PSVR, PS Vita, Nintendo 3DS e agora tem "só" um PS5, um Nintendo Switch e um PC Gamer. Para ele, o melhor jogo da história é Chrono Trigger, mas Metal Gear Solid 3, Final Fantasy X, The Last of Us Part II e Red Dead Redemption 2 completam o Top-5.